O Estado Intermediário

1ª Parte.

Ainda existem muitos questionamentos a respeito da pós-morte. Para onde vão aqueles que morrem? Tanto os que morrem em Cristo, como os que morrem sem Cristo.

Como fica o estado daqueles que morreram na Velha Aliança, no Antigo Testamento, sob a lei? E após o novo concerto, o Novo Testamento, após a morte e ressurreição de Cristo? Como ficam estas almas? Estão dormindo? Estão acordados? Como é isto?

Através deste pequeno estudo, vamos caminhar por entre os mistérios da morte, sob uma visão bíblica e poderemos então tirar as nossas conclusões, baseados naquilo que o Senhor Jesus, os apóstolos e os homens de Deus que viveram tanto na época do Velho Testamento, como na época do Novo Testamento, disseram.

1 – Por que morremos?

Nós não fomos criados por Deus para morrer, nós fomos criados para viver eternamente. Mas Deus não podia permitir que o homem após a queda no pecado (Gn 3.22 – 24), com sua natureza contaminada, vivesse eternamente nesta condição degradante. Pois a transgressão, a desobediência do homem, fez com que o pecado entrasse no mundo, fazendo com que toda a criação fosse contaminada.

A partir deste momento, o homem é expulso do Jardim do Éden e perde direito da Vida Eterna. A morte que o homem não conhecia entra no mundo. Por causa do pecado de Adão e Eva, a morte entra na linhagem humana, causando medo e pavor, pois é a recompensa pelo pecado, como bem disse o apóstolo Paulo em Romanos 6.23. “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

2 – O Que Deus Fez Para Que o Homem não Vivesse Eternamente Perdido?

Deus amou, ama e sempre amará a sua criação, o homem (quando digo o homem, digo de forma genérica, não me referindo ao sexo masculino, mas a humanidade como um todo) e foi necessário que Deus criasse um modo de permitir que o homem voltasse a poder participar da comunhão que havia com Ele e poder novamente almejar uma vida eterna junto ao seu criador. Para isso o Senhor Deus estabeleceu o cerimonial de sacrifício de animais onde o sangue desses animais era apresentado ao Senhor, como um substituto do homem, para pagar simbolicamente pelo seu pecado.

3 – Por que a morte dos animais? Por que era preciso derramar sangue?

Já entendemos que o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23). Portanto, todo homem que nascia na época de Adão (e ainda hoje), era passível de morrer eternamente. Mas para que o homem não participasse da morte eterna e resgatasse a sua vida, era necessário que uma outra vida morresse em seu lugar. Somente uma vida, pode resgatar outra vida. Por que entendemos assim? Veja:

Esta é a primeira parte deste estudo. Gostaria de deixar uma pergunta aos amados irmãos.
Quando foi feito o primeiro sacrifício de animal registrado na Bíblia?
Na segunda postagem vamos falar sobre o sacrifício de animais. O Porquê tinha que ser feito. Qual a necessidade de se cumprir este ritual no Tabernáculo e no Templo.

Que Deus os abençoe grandemente.
Um grande abraço na paz do Senhor.

Pr. Paulo Roberto Costa da Paixão